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quinta-feira, setembro 25, 2008

Quando te sentires apertado, culpa quem está à volta...



"O presidente da Associação Portuguesa de Bancos justificou, esta quarta-feira, as constantes subidas da Euribor com a falta de confiança no mercado interbancário. À TSF, João Salgueiro culpou ainda os portugueses pelo excesso de endividamento."

Na opinião do homem os portugueses são estúpidos. Só é pena é que tenha sempre vivido à custa do dinheiro dos portugueses. De cabeça perdida, o ex-Ministro e banqueiro do regime, vem agora dizer que a culpa é dos portugueses.
É nos momentos de tensão que caiem as máscaras da "seriedade" e da "inteligência".

quinta-feira, agosto 07, 2008

Época parva 02

Tribunal confirma condenação a Tavares Moreira

Afinal parece que o sempre respeitável ex-ministro (se a memória não me falha!), banqueiro, e governador do Banco de Portugal andou a dizer umas mentiras inocentes. No Bloco Central é tudo gente séria!

terça-feira, julho 29, 2008

Para refletir com factos:

DN de 29.07.2008

Maioria das propostas do Governo apoiada pelo PSD
Existe de facto um 'bloco central' na aprovação parlamentar das leis oriundas do Governo. Os números são indesmentíveis. A maioria dos diplomas (30 em 55) obteve luz verde da bancada social-democrata. Segue-se o CDS-PP. À esquerda, o panorama é exactamente o oposto
Em 55 propostas do Governo, PSD votou a favor de 30

O PSD é o partido que mais vezes vota ao lado do PS na aprovação das propostas do Governo. Na última sessão parlamentar, os sociais-democratas votaram favoravelmente mais de metade das iniciativas que o Executivo de José Sócrates levou à Assembleia da República: de um total de 55 propostas de lei aprovadas em votação final global, a maior bancada da oposição deu o seu acordo a 30.
Os deputados do PSD são também os que menos vezes votaram contra os diplomas do Governo - fizeram-no em 14 propostas. E optaram pela abstenção em 11 casos. A seguir ao PSD é ainda à direita que as leis socialistas encontram maior adesão: o CDS-PP votou 24 vezes ao lado do PS (absteve-se em 16 e votou contra 15).
À esquerda, a tendência é bem diferente: PCP e BE acusam o Governo de ser de direita e agem em conformidade. Os dois partidos têm votações muito semelhantes - ambos chumbaram 32 propostas oriundas dos ministérios. O Bloco aprovou 18, os comunistas menos uma. A posição inverte-se na abstenção, com o PCP a votar essa opção seis vezes e os bloquistas cinco.
O PEV revela números iguais aos dos comunistas nas votações finais globais (a última etapa do processo legislativo no Parlamento, após o que os diplomas seguem para aprovação do Presidente da República).
A terceira sessão legislativa - que decorreu entre Setembro de 2007 e Julho de 2008 - marcou um decréscimo significativo nos diplomas que o Governo levou ao Parlamento: no ano anterior foram 60, agora 43. O facto de o número de propostas aprovadas ser superior deve-se à circunstância de algumas terem transitado da sessão anterior.
Dos 55 textos do Executivo aprovados nesta sessão, houve 13 casos em que o PS puxou da sua maioria absoluta para fazer aprovar propostas de lei que recolheram o parecer desfavorável de todas as bancadas da oposição. Em percentagem representa cerca de 24%, mas desta lista constam alguns dos mais emblemáticos diplomas da sessão. A começar no Orçamento do Estado, continuando pela gestão e avaliação do desempenho da administração pública, as alterações ao Estatuto do Jornalista (que voltou ao Parlamento depois de ter sido vetado por Cavaco), a lei de Segurança Interna ou a da Organização e Investigação Criminal. Além destas, há mais seis propostas em que o PS foi o único partido que votou a favor, mas com abstenções entre a oposição.

Bloco antagoniza-se
A situação contrária aconteceu exactamente o mesmo número de vezes: no último ano, 13 propostas do Governo mereceram aprovação unânime no plenário. Tratou-se, em vários casos, da transposição de directivas europeias, noutros de um processo negocial nas comissões parlamentares que acabou em consenso.
As votações da terceira sessão legislativa vêm confirmar a tendência de anos anteriores: o PSD é o partido que mais vota favoravelmente as propostas de lei do Executivo de Sócrates, seguido pelo CDS.
Já os comunistas são os campeões nos "chumbos". O Bloco de Esquerda foi o partido que variou mais em termos de votação - na primeira sessão os bloquistas votaram mais vezes a favor do que contra, no segundo ano inverteram a tendência, que mantém agora.

terça-feira, junho 24, 2008

Quem te viu e quem te vê...

"PS e PSD: quando um dos partidos é governo, o outro deve ser oposição, sob pena de alimentarem a centrifugação política" - Vital Moreira.

quinta-feira, abril 24, 2008

Vergonha na Assembleia Municipal de Lisboa

Utilizando uma maioria de deputados municipais (em que os lisboetas há muito não se revêm) PSD e CDS, chumbaram a proposta do PCP em atribuir o nome de uma rua na parte oriental da cidade, ao artista plástico Rogério Ribeiro.

[ver aqui]

sexta-feira, abril 18, 2008

World Wrestling Entertainment


Só uma luta a sério, fará com que o PSD volte a conquistar as atenções dos portugueses porque, politicamente, o PS de Sócrates já ocupou o seu espaço político.

quinta-feira, janeiro 17, 2008

OPA hostil sobre as autarquias

Hoje na Assembleia da República prepara-se um verdadeiro assalto aos valores democráticos. PS e PSD, juntos em cartel como sucede sempre nestas situações, aprovarão uma lei autárquica que transformará toda a lógica das Câmaras Municipais. De acordo com este dois partidos os principais problemas nas Câmaras Municipais não são a corrupção, a burocracia, o distanciamento para com o povo. Para o PS e o PSD o principal problema é haver oposição nas Câmaras Municipais.
Desta forma os dois partidos que reinam em Portugal há mais de 30 anos, preparam-se para dar uma última machadada na representatividade dos governos municipais. Assim autarcas corruptos, que trabalhem pouco ou que se utilizem das respectivas Câmaras Municipais para alcançar lugares de protagonismo dentro dos seus partidos, agradecem.
Em 2009, competirá ao povo não ficar em casa e dar-lhes a resposta que merecem.

domingo, janeiro 13, 2008

Tratado de Lisboa

Em Portugal, poucos confiariam que a máquina mediática do Bloco Central deixasse que a discussão sobre a ratificação do Tratado de Lisboa fosse um pouco além do "ser-se ou não, a favor da Europa". Contudo, poucos pensariam que, para evitar a discussão e o voto em países em que a discussão política vai um pouco mais além do pensamento único, o Bloco Central Europeu impusesse a todos a decisão na secretaria.

sábado, dezembro 29, 2007

Faria de Oliveira - CGD

Afinal Menezes tinha razão. Menezes falou e Cavaco "à sucapa" facturou. Mais um boy "competente", neste Carnaval do Bloco Central.
Já não há pachorra.

Carlos Santos Ferreira

«Carlos Santos Ferreira é, sem qualquer dúvida, um homem competente, e por isso pergunto: como é que alguém que é pago com o dinheiro público para defender esse interesse público, pode aceitar a simples ideia de «deslocar» o Presidente da Caixa para o seu maior concorrente e ainda por cima privado? Achará o próprio Carlos Santos Ferreira, bem como os promotores da ideia, que ele esquecerá tudo o que sabe sobre a Caixa no dia em que dela se demitir?»
Público, Prof. Catedrático do ISEG João Duque

O problema é que isto não é só verdade para gestores públicos mas também para Ministros, veja-se Pina Moura ou Ferreira do Amaral. Ou seja, é cada vez mais frequente, a utilização de um lugar público privilegiado como trampolim para um cargo num privado.

quarta-feira, outubro 24, 2007

Pedro Santana Lopes

Onde Santana Lopes se indigna contra o mundo...
[blog Pedro Santana Lopes]

sábado, setembro 29, 2007

Nada de novo debaixo do sol

Alguém tem dúvida que Sócrates, dentro do PSD, angaria mais votos do que qualquer militante laranja? Alguém tem dúvida que, em Portugal, os grandes interesses estão com Sócrates, Lello (José), Vara (Armando) e Canas (Vitalino)?
É certo que Menezes, também tem nas suas fileiras dois monstros dos interesses instalados: Correia (Ângelo) e Cruz (Martins da), e o último até é estrela de Hollywood!
Diria que os dois partidos estão bem entregues, nada de novo debaixo do sol.

domingo, setembro 09, 2007

PSD v. 02

Luís Filipe Menezes tem como mandatário nacional um ser insuspeito que de acordo com o seu site, actualmente, acumula os seguintes cargos:
* Presidente do C.A. da Lusitaniagás-Compª do Gás do Centro, S.A.
* Presidente do C.A. da TEJO-Ambiente, S.A.
* Presidente da Comissão Executiva da Fomentinvest SGPS, S.A.
* Administrador da Fundação Ilidio Pinho
* Administrador da Compª de Seguros Global e Global Vida, S.A.
* Administrador da Ecoambiente
* Administrador da EcoProgresso
* Administrador da Compª Portuguesa de Higiene, S.A. (PHARMA)
* Consultor da Philips Portuguesa, S.A.
* Presidente da Assembleia Geral da Ferpinta SPPS
* Membro do Conselho Consultivo da Roland, Berger & Partner, Lda.
* Membro do Conselho Consultivo da DVH-FBO (Portugal)
* Presidente da Direcção da Câmara de Comércio e Industria Árabe Portuguesa
* Consul Honorário do Reino Hachemita da Jordânia em Portugal

Menezes promete falar com Ângelo Correia, pelo menos uma vez, até 2009, quando o excelso mandatário estiver a comentar política na SIC.

PSD v.01

Luís Marques Mendes foi ao Porto escolher quem lhe faz a campanha para as directas do PSD. Os mesmos que fizeram o site do Boavista e prepararam a candidatura de Rui Rio: imaginew.
Consta que já saberão a quem passar a factura.

imagem retirada do site imaginew

quinta-feira, agosto 23, 2007

Tangentes

Em Itália, estas negociatas chamam-se "tangentes".
Parece que em 2001, o PSD encomendou a uma empresa de publicidade uma campanha de mais ou menos 250.000€. Até aqui tudo bem. Hoje sabe-se que, quando tocou a facturar, o PSD remeteu para a construtora (entre outras coisas) Somague.
O PSD está incomodado, Mendes e Menezes dirão sempre que a culpa não é deles e Mendes dirá que agora isto já não funciona assim...
Mas pondo de lado o PSD, o que ganhou a Somague com este "negócio"?
Para os media, isto é "gente de bem", alto-patrocinadores das patuscadas do "Compromisso Portugal", e que "justamente" estão em quase todas as grandes obras lançadas pelo Estado (esteja o PS ou o PSD no poder).
Para o observador atento, é óbvio que faz parte do seu trabalho, a manutenção do PS e do PSD no poder.