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domingo, junho 08, 2008
Militantes do PS tentam controlar palavras de ordem de manifestação
Diz-nos a Lusa, num texto intitulado "Corrente socialista combaterá "sem hesitação tentativas de instrumentalização" do sindicalismo por forças políticas" que a corrente da CGTP composta por militantes do PS não concordou com a palavra de ordem "Está na hora, está na hora do governo se ir embora".
O que estava acordado segundo Carlos Trindade era a palavra de ordem: "Está na hora, está na hora desta política se ir embora".
Numa altura em que milhões de portugueses já contestam abertamente esta maioria absoluta, nos mais diversos sectores, ainda há gente que procura adornar as virgulas. Caso o governo fosse do PSD será que Carlos Trindade se preocuparia com a referida palavra de ordem?
Para além da palavra de ordem (que apenas Carlos Trindade e uns quantos militantes do PS desejariam gritar) não ter uma métrica fácil e em última análise querer dizer sensivelmente a mesma coisa que os militantes do PS não queriam que os 200 mil gritassem, as suas declarações aos jornalistas atribuindo esta situação a uma instrumentalização do PCP é uma atitude sectária e uma clara tentativa de controlo da manifestação.
O que estava acordado segundo Carlos Trindade era a palavra de ordem: "Está na hora, está na hora desta política se ir embora".
Numa altura em que milhões de portugueses já contestam abertamente esta maioria absoluta, nos mais diversos sectores, ainda há gente que procura adornar as virgulas. Caso o governo fosse do PSD será que Carlos Trindade se preocuparia com a referida palavra de ordem?
Para além da palavra de ordem (que apenas Carlos Trindade e uns quantos militantes do PS desejariam gritar) não ter uma métrica fácil e em última análise querer dizer sensivelmente a mesma coisa que os militantes do PS não queriam que os 200 mil gritassem, as suas declarações aos jornalistas atribuindo esta situação a uma instrumentalização do PCP é uma atitude sectária e uma clara tentativa de controlo da manifestação.
sábado, fevereiro 16, 2008
CGTP
Decorre neste fim de semana o Congresso da CGTP. Li e indignei-me várias vezes sobre algumas notícias que vieram a público nas últimas semanas.
O combate e a teia de suspeitas que o governo e a maioria dos orgãos de comunicação social tem lançado sobre a CGTP, é uma prova que o movimento sindical não-governamentalizado, está vivo, e ameaça as negociatas que estão em cima da mesa.
A CGTP é "a" central sindical, e tem de ser capaz de, em unidade, conseguir arranjar espaço dentro dela para todos os movimentos sociais, partidos e organizações cujo objectivo seja a conquista (se calhar já não se trata da defesa...) de direitos para os trabalhadores.
[ver o Congresso Online]
O combate e a teia de suspeitas que o governo e a maioria dos orgãos de comunicação social tem lançado sobre a CGTP, é uma prova que o movimento sindical não-governamentalizado, está vivo, e ameaça as negociatas que estão em cima da mesa.
A CGTP é "a" central sindical, e tem de ser capaz de, em unidade, conseguir arranjar espaço dentro dela para todos os movimentos sociais, partidos e organizações cujo objectivo seja a conquista (se calhar já não se trata da defesa...) de direitos para os trabalhadores.
[ver o Congresso Online]
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